{ "@context": "https://schema.org", "@graph": [ { "@type": "Organization", "@id": "/#organization", "name": "Metrópoles", "sameAs": [ "https://www.facebook.com/metropolesdf", "https://twitter.com/Metropoles" ], "logo": { "@type": "ImageObject", "@id": "/#logo", "url": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metropoles.cloud%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F04%2F30140323%2Fmetropoles-2500x2500-4-scaled.jpg", "contentUrl": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metropoles.cloud%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F04%2F30140323%2Fmetropoles-2500x2500-4-scaled.jpg", "caption": "Metrópoles", "inLanguage": "pt-BR", "width": "2560", "height": "2560" } }, { "@type": "WebSite", "@id": "/#website", "url": "", "name": "Metrópoles", "publisher": { "@id": "/#organization" }, "inLanguage": "pt-BR" }, { "@type": "ImageObject", "@id": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metroimg.com%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F09%2F12164559%2FRicardo-Nunes-10.jpg", "url": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metroimg.com%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F09%2F12164559%2FRicardo-Nunes-10.jpg", "width": "1200", "height": "800", "caption": "Ricardo Nunes", "inLanguage": "pt-BR" }, { "@type": "WebPage", "@id": "/sao-paulo/favorito-em-sp-apos-acertar-estrategia-nunes-ve-abstencao-como-risco#webpage", "url": "/sao-paulo/favorito-em-sp-apos-acertar-estrategia-nunes-ve-abstencao-como-risco", "datePublished": "2024-10-26T02:30:40-03:00", "dateModified": "2024-10-26T12:36:58-03:00", "isPartOf": { "@id": "/#website" }, "primaryImageOfPage": { "@id": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metroimg.com%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F09%2F12164559%2FRicardo-Nunes-10.jpg" }, "inLanguage": "pt-BR" }, { "@type": "Person", "@id": "/author/bruno-ribeiro", "name": "Bruno Ribeiro", "url": "/author/bruno-ribeiro", "sameAs": [ "https://twitter.com/https://twitter.com/brunofribeiro" ], "worksFor": { "@id": "/#organization" } }, { "@type": "NewsArticle", "datePublished": "2024-10-26T12:36:58-03:00", "dateModified": "2024-10-26T12:36:58-03:00", "author": { "@id": "/author/bruno-ribeiro", "name": "Bruno Ribeiro" }, "publisher": { "@id": "/#organization" }, "@id": "/sao-paulo/favorito-em-sp-apos-acertar-estrategia-nunes-ve-abstencao-como-risco#richSnippet", "isPartOf": { "@id": "/sao-paulo/favorito-em-sp-apos-acertar-estrategia-nunes-ve-abstencao-como-risco#webpage" }, "image": { "@id": "https://image.staticox.com/?url=https%3A%2F%2Fs.metroimg.com%2Fwp-content%2Fs%2F2024%2F09%2F12164559%2FRicardo-Nunes-10.jpg" }, "inLanguage": "pt-BR", "mainEntityOfPage": { "@id": "/sao-paulo/favorito-em-sp-apos-acertar-estrategia-nunes-ve-abstencao-como-risco#webpage" }, "articleBody": "São Paulo – O prefeito Ricardo Nunes (MDB) chega ao último dia da campanha pela reeleição neste sábado (26/10) com amplo favoritismo depois de acertos na estratégia política, mas ainda de olho no percentual de abstenção de eleitores dispostos a não votar, o que, segundo seus aliados, exige atenção redobrada contra uma improvável virada de seu adversário, o deputado Guilherme Boulos (PSol). Com 49% das intenções de voto ante 35% do rival, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (24/10), Nunes manteve a liderança nas sondagens durante todo o segundo turno, deixando pouco espaço para que o candidato do PSol se consolidasse como uma ameaça real. Leia também São Paulo Paraná Pesquisas: a 2 dias da eleição, Nunes tem 51,2% e Boulos, 40,7% São Paulo Equipe de Nunes minimiza live entre Marçal e Boulos: “Vergonha” São Paulo Fim do horário eleitoral tem “louvor” de Boulos e Nunes festivo São Paulo Em live com Boulos, Marçal provoca Nunes e liga para prefeito Para os aliados mais próximos de Nunes, os números revelam que o verdadeiro desafio do emedebista foi conter o crescimento do influencer Pablo Marçal (PRTB), terceiro colocado no primeiro turno, e não de Boulos, que não conseguiu superar o alto índice de rejeição. Na segunda fase da campanha, Nunes apostou em replicar a estratégia bem-sucedida de Bruno Covas (morto em 2021), que rotulou Boulos como representante da “extrema esquerda” e se posicionou como candidato de centro-direita para ganhar, apesar do apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Boulos, por sua vez, não conseguiu expandir sua base de apoio além de eleitores alinhados à esquerda, mesmo diante de temas críticos, como o apagão que deixou mais de 3 milhões de imóveis sem energia elétrica na Grande São Paulo, incluindo a capital, há duas semanas. A crise chegou a ser chamada de “santo apagão” por aliados de Boulos, sugerindo que falhas na zeladoria da gestão Nunes estava associada ao incidente, por provocar queda de árvores sobre a rede elétrica. Nunes, no entanto, reagiu responsabilizando órgãos federais que fiscalizam a concessionária, que estão sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que apoia Boulos. 7 imagensFechar modal.1 de 7Nunes, missionário Valdemiro Santiago e TarcísioDivulgação/Campanha Ricardo Nunes2 de 7Nunes com Michel Temer, seu correligionárioDivulgação/Campanha Ricardo Nunes3 de 7Aliados de Nunes durante ato políticoDivulgação/Campanha Ricardo Nunes4 de 7Nunes durante palestra na Federação Israelita de SPDivulgação/Campanha Ricardo Nunes5 de 7Nunes em caminhada no Parque Santo Antônio, zona sulDivulgação/Campanha Ricardo Nunes6 de 7Nunes durante palestra para procuradores do municípioDivulgação/Campanha Ricardo Nunes7 de 7Nunes falando a profissionais da EducaçãoDivulgação/Campanha Ricardo Nunes Nunes prega um governo “liberal”, focado em privatizações para reduzir gastos de custeio e em ações de segurança pública em parceria com o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se mostrou um importante cabo eleitoral do prefeito. Boulos propõe um governo voltado a melhorar a saúde pública e expõe uma série de suspeitas acerca da gestão do prefeito, como a ligação dele com a chamada máfia das creches e das obras emergenciais feitas sem licitação. Acertos Estratégicos Desde o final de 2022, o núcleo político de Nunes – composto por ex-tucanos e emedebistas paulistanos – foi cauteloso em relação a uma aproximação com Jair Bolsonaro (PL) para a eleição. A aliança era encarada como fundamental para evitar um candidato de direita que pudesse polarizar a disputa com Boulos e tirar o emedebista do segundo turno. A cautela se deu porque a equipe temia que Bolsonaro trouxesse rejeição entre parte do eleitorado, conforme indicava uma pesquisa interna que rodou entre os aliados no começo do ano. Ela dizia, segundo um integrante da equipe, que a cada voto trazido por Bolsonaro, dois votos eram perdidos por causa dele. Mesmo assim, Nunes seguiu o plano e aceitou Coronel Mello Araújo (PL), indicado por Bolsonaro, como seu vice, ao obter apoio do ex-presidente. Mas, no decorrer do período de campanha, Bolsonaro também acenou a Pablo Marçal durante a disputa e só participou presencialmente da campanha na reta final, em um almoço na última terça-feira (22/10), em um restaurante no Morumbi. O discurso de apoio a Nunes no evento durou três minutos. 7 imagensFechar modal.1 de 7Nunes vota em São PauloBruno Ribeiro/ Metrópoles2 de 7Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sulEttore Chiereguini / Especial Metrópoles3 de 7Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sulEttore Chiereguini / Especial Metrópoles4 de 7Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sulEttore Chiereguini / Especial Metrópoles5 de 7Tarcísio de Freitas faz coletiva ao lado de Ricardo Nunes após votação do 1º turno6 de 7O candidato à prefeitura Ricardo Nunes (MDB) vota em sua seção eleitoral na zona 246Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles7 de 7Ricardo Nunes quer convidar um dos vereadores eleitos pelo MDB em 2024 para assumir secretaria municipalEttore Chiereguini / Especial Metrópoles O PL, contudo, já articula expandir sua presença na Prefeitura como resultado da aliança, visando a Secretaria Municipal da Educação, pasta com um orçamento de quase R$ 23 bilhões e relevância ideológica. Meios de Comunicação A aproximação com Bolsonaro e o PL não foi o único pilar da campanha de Nunes. Outro acerto estratégico foi montar uma ampla coligação partidária, com 12 partidos, garantindo a maior fatia da propaganda eleitoral gratuita. No primeiro turno, Nunes teve 63% do tempo de rádio e TV, o que se mostrou crucial especialmente quando as pesquisas indicavam uma tendência de perda de terreno para Marçal. Quando a propaganda televisiva começou, no fim de agosto, Nunes voltou a crescer nas intenções de voto, surpreendendo aliados e analistas que vinham notando o alcance digital dos apoiadores do candidato do PRTB. Entre os apoios recebidos, o mais significativo foi o do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que viu em Nunes um aliado mais confiável do que Marçal. Logo que o influencer despontou como um concorrente viável, o governador começou a criticá-lo publicamente, afirmando que ele seria “um desastre” para a cidade. Tarcísio se envolveu na campanha de Nunes de maneira ativa, promovendo eventos e caminhadas com o prefeito e até pedindo votos na ausência dele a empresários e líderes religiosos. No segundo turno, com Nunes consolidado nas pesquisas, Tarcísio pôde reduzir seu ritmo de campanha, mas ainda assim foi descrito pelo próprio prefeito como “a grande figura da eleição”. Temor das Abstenções Nesta semana, com as pesquisas apontando seu favoritismo, Nunes usou seus discursos de campanha para incentivar a participação dos eleitores. A pesquisa Datafolha de quinta-feira indicou que mais de 60% dos eleitores que dizem votar em Nunes o fazem por falta de outras opções. Em contraste, o percentual de votos convictos é maior no caso de Boulos. No primeiro turno, o índice de abstenção foi de 28%. Historicamente, o índice tende a subir no segundo turno, o que justifica os alertas dados pelo prefeito, segundo seus aliados. A campanha do prefeito acredita que os eleitores mais propensos a não comparecer são aqueles que, se votassem, optariam por Nunes. Assim, para a equipe do emedebista, garantir a vitória neste domingo depende de assegurar que todos os votos potenciais sejam confirmados nas urnas. Receba notícias de São Paulo no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta ar o canal de notícias do Metrópoles no WhatsApp. Fique por dentro do que acontece em São Paulo. Siga o perfil do Metrópoles SP no Instagram. Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre São Paulo por meio do WhatsApp do Metrópoles SP: (11) 99467-7776.", "keywords": "guilherme boulos, ricardo nunes, Eleições 2024", "headline": "Favorito em SP após acertar estratégia, Nunes vê abstenção como risco", "locationCreated": { "@type": "Place", "name": "São Paulo, São Paulo, Brasil", "geo": { "@type": "GeoCoordinates", "latitude": "-23.5625703", "longitude": "-46.6945706" } } } ] }Favorito em SP após acertar estratégia, Nunes vê abstenção como risco | Metrópolesbody { font-family: 'Merriweather', serif; } @font-face { font-family: 'Merriweather-Regular'; src: local('Merriweather-Regular'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-regular.woff2') format('woff2'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-regular.woff') format('woff'); font-display: swap; } @font-face { font-family: 'Merriweather-Bold'; src: local('Merriweather-Bold'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-bold.woff2') format('woff2'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-bold.woff') format('woff'); font-display: swap; } @font-face { font-family: 'Merriweather-Heavy'; src: local('Merriweather-Heavy'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-heavy.woff2') format('woff2'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-heavy.woff') format('woff'); font-display: swap; } @font-face { font-family: 'Merriweather-Italic'; src: local('Merriweather-Italic'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-italic.woff2') format('woff2'), url('https://files.metroimg.com/fonts/v2/merriweather/merriweather-italic.woff') format('woff'); font-display: swap; }
metropoles.com

Favorito em SP após acertar estratégia, Nunes vê abstenção como risco

Ricardo Nunes lidera a disputa em SP com apoio de Tarcísio e aliança ampla, mas combate risco de abstenções que podem favorecer Boulos

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Google News - Metrópoles
Divulgação
Ricardo Nunes
1 de 1 Ricardo Nunes - Foto: Divulgação

São Paulo – O prefeito Ricardo Nunes (MDB) chega ao último dia da campanha pela reeleição neste sábado (26/10) com amplo favoritismo depois de acertos na estratégia política, mas ainda de olho no percentual de abstenção de eleitores dispostos a não votar, o que, segundo seus aliados, exige atenção redobrada contra uma improvável virada de seu adversário, o deputado Guilherme Boulos (PSol).

Com 49% das intenções de voto ante 35% do rival, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (24/10), Nunes manteve a liderança nas sondagens durante todo o segundo turno, deixando pouco espaço para que o candidato do PSol se consolidasse como uma ameaça real.

Para os aliados mais próximos de Nunes, os números revelam que o verdadeiro desafio do emedebista foi conter o crescimento do influencer Pablo Marçal (PRTB), terceiro colocado no primeiro turno, e não de Boulos, que não conseguiu superar o alto índice de rejeição.

Na segunda fase da campanha, Nunes apostou em replicar a estratégia bem-sucedida de Bruno Covas (morto em 2021), que rotulou Boulos como representante da “extrema esquerda” e se posicionou como candidato de centro-direita para ganhar, apesar do apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Boulos, por sua vez, não conseguiu expandir sua base de apoio além de eleitores alinhados à esquerda, mesmo diante de temas críticos, como o apagão que deixou mais de 3 milhões de imóveis sem energia elétrica na Grande São Paulo, incluindo a capital, há duas semanas.

A crise chegou a ser chamada de “santo apagão” por aliados de Boulos, sugerindo que falhas na zeladoria da gestão Nunes estava associada ao incidente, por provocar queda de árvores sobre a rede elétrica. Nunes, no entanto, reagiu responsabilizando órgãos federais que fiscalizam a concessionária, que estão sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que apoia Boulos.

7 imagens
Nunes com Michel Temer, seu correligionário
Aliados de Nunes durante ato político
Nunes durante palestra na Federação Israelita de SP
Nunes em caminhada no Parque Santo Antônio, zona sul
Nunes durante palestra para procuradores do município
1 de 7

Nunes, missionário Valdemiro Santiago e Tarcísio

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
2 de 7

Nunes com Michel Temer, seu correligionário

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
3 de 7

Aliados de Nunes durante ato político

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
4 de 7

Nunes durante palestra na Federação Israelita de SP

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
5 de 7

Nunes em caminhada no Parque Santo Antônio, zona sul

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
6 de 7

Nunes durante palestra para procuradores do município

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes
7 de 7

Nunes falando a profissionais da Educação

Divulgação/Campanha Ricardo Nunes

Nunes prega um governo “liberal”, focado em privatizações para reduzir gastos de custeio e em ações de segurança pública em parceria com o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que se mostrou um importante cabo eleitoral do prefeito. Boulos propõe um governo voltado a melhorar a saúde pública e expõe uma série de suspeitas acerca da gestão do prefeito, como a ligação dele com a chamada máfia das creches e das obras emergenciais feitas sem licitação.

Acertos Estratégicos

Desde o final de 2022, o núcleo político de Nunes – composto por ex-tucanos e emedebistas paulistanos – foi cauteloso em relação a uma aproximação com Jair Bolsonaro (PL) para a eleição. A aliança era encarada como fundamental para evitar um candidato de direita que pudesse polarizar a disputa com Boulos e tirar o emedebista do segundo turno.

A cautela se deu porque a equipe temia que Bolsonaro trouxesse rejeição entre parte do eleitorado, conforme indicava uma pesquisa interna que rodou entre os aliados no começo do ano. Ela dizia, segundo um integrante da equipe, que a cada voto trazido por Bolsonaro, dois votos eram perdidos por causa dele.

Mesmo assim, Nunes seguiu o plano e aceitou Coronel Mello Araújo (PL), indicado por Bolsonaro, como seu vice, ao obter apoio do ex-presidente. Mas, no decorrer do período de campanha, Bolsonaro também acenou a Pablo Marçal durante a disputa e só participou presencialmente da campanha na reta final, em um almoço na última terça-feira (22/10), em um restaurante no Morumbi. O discurso de apoio a Nunes no evento durou três minutos.

7 imagens
Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul
Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul
Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul
Tarcísio de Freitas faz coletiva ao lado de Ricardo Nunes após votação do 1º turno
O candidato à prefeitura Ricardo Nunes (MDB) vota em sua seção eleitoral na zona 246
1 de 7

Nunes vota em São Paulo

Bruno Ribeiro/ Metrópoles
2 de 7

Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul

Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles
3 de 7

Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul

Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles
4 de 7

Candidato à reeleição, Ricardo Nunes vota na zona sul

Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles
5 de 7

Tarcísio de Freitas faz coletiva ao lado de Ricardo Nunes após votação do 1º turno

6 de 7

O candidato à prefeitura Ricardo Nunes (MDB) vota em sua seção eleitoral na zona 246

Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles
7 de 7

Ricardo Nunes quer convidar um dos vereadores eleitos pelo MDB em 2024 para assumir secretaria municipal

Ettore Chiereguini / Especial Metrópoles

O PL, contudo, já articula expandir sua presença na Prefeitura como resultado da aliança, visando a Secretaria Municipal da Educação, pasta com um orçamento de quase R$ 23 bilhões e relevância ideológica.

Meios de Comunicação

A aproximação com Bolsonaro e o PL não foi o único pilar da campanha de Nunes. Outro acerto estratégico foi montar uma ampla coligação partidária, com 12 partidos, garantindo a maior fatia da propaganda eleitoral gratuita.

No primeiro turno, Nunes teve 63% do tempo de rádio e TV, o que se mostrou crucial especialmente quando as pesquisas indicavam uma tendência de perda de terreno para Marçal. Quando a propaganda televisiva começou, no fim de agosto, Nunes voltou a crescer nas intenções de voto, surpreendendo aliados e analistas que vinham notando o alcance digital dos apoiadores do candidato do PRTB.

Entre os apoios recebidos, o mais significativo foi o do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que viu em Nunes um aliado mais confiável do que Marçal. Logo que o influencer despontou como um concorrente viável, o governador começou a criticá-lo publicamente, afirmando que ele seria “um desastre” para a cidade.

Tarcísio se envolveu na campanha de Nunes de maneira ativa, promovendo eventos e caminhadas com o prefeito e até pedindo votos na ausência dele a empresários e líderes religiosos. No segundo turno, com Nunes consolidado nas pesquisas, Tarcísio pôde reduzir seu ritmo de campanha, mas ainda assim foi descrito pelo próprio prefeito como “a grande figura da eleição”.

Temor das Abstenções

Nesta semana, com as pesquisas apontando seu favoritismo, Nunes usou seus discursos de campanha para incentivar a participação dos eleitores. A pesquisa Datafolha de quinta-feira indicou que mais de 60% dos eleitores que dizem votar em Nunes o fazem por falta de outras opções. Em contraste, o percentual de votos convictos é maior no caso de Boulos.

No primeiro turno, o índice de abstenção foi de 28%. Historicamente, o índice tende a subir no segundo turno, o que justifica os alertas dados pelo prefeito, segundo seus aliados.

A campanha do prefeito acredita que os eleitores mais propensos a não comparecer são aqueles que, se votassem, optariam por Nunes. Assim, para a equipe do emedebista, garantir a vitória neste domingo depende de assegurar que todos os votos potenciais sejam confirmados nas urnas.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os os a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comSão Paulo

Você quer ficar por dentro das notícias de São Paulo e receber notificações em tempo real?